Controle rigoroso dos recursos fundiários

Em comparação, as médias registradas na Holanda e Nord-Pas-de-Calais são de 46 e 28,4 empregos por hectare. Parte dos diferenciais observados pode sem dúvida ser explicado por diferentes estruturas econômicas (por exemplo, a importância da logística na Valônia).

No entanto, também parecem estar ligados a um controle insuficientemente rigoroso dos recursos fundiários por parte dos IDEs, bem como ao hábito de oferecer terras baratas; prática que não incentiva as imobiliárias a manejar o solo com parcimônia. Os PAEs da Valônia levantam questões tanto em termos de planejamento quanto em termos de desenvolvimento regional.

Com efeito, embora a disponibilidade de terras – O papel da imobiliária na competitividade dos territórios Les Cahiers du Développement Urbain Durable. UNIVERSIDADE DE LAUSANA é considerada uma questão crucial para a política econômica da Valônia, as últimas décadas viram o desenvolvimento de uma escassez de terras em certas partes do território regional.

Essa escassez é explicada pela dificuldade de conciliar as necessidades das imobiliárias no curto prazo com os prazos – geralmente sete a dez anos – envolvidos na criação ou extensão de um PEA. As noções de competitividade e atratividade estão no centro dos debates sobre o desempenho econômico dos territórios.

A atratividade de um território é definida como “a capacidade de atrair e reter novas atividades e fatores de produção móveis neste território”. A noção refere-se, portanto, a um aspecto ofensivo, que consiste em atrair novas atividades, mas também a uma dimensão defensiva, que visa evitar o desaparecimento ou a saída de atividades previamente estabelecidas.

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